O Vaticano condenou o Halloween como uma festa perigosa carregada por vários elementos anticristãos. No Brasil, observamos que algumas pessoas não gostam da comemoração do evento por entendê-lo como um evento distante da nossa cultura. Muito se fala a respeito, mas poucos são aqueles que examinam e procuram entender os significados e origens dessa festividade.
Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão").
Segundo as crenças, as almas de pessoas mortas voltam neste dia para a terra, para visitar os seus locais de nascimento. A história do Dia das Bruxas nos remete aos anos entre 600 a.C até 800 d.C.
Foi nesta época que os povos que habitavam a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha, mostravam na sua cultura os primeiros traços do que viria a se tornar o Halloween.
Durante o pôr-do-sol de 31 de outubro e 01 de novembro, era celebrado o Hallow Evening (noite sagrada), tendo ai uma das ideias sobre a origem do nome Halloween (Hallow Evening = Hallowe’en = Halloween).

Com isso podemos concluir que o nome “Dia das Bruxas”, não foi designado por povos que falavam a língua inglesa, esse termo sendo incluído apenas em povos que tinham como a língua oficial o português.
Outro pensamento ainda aponta que o nome Halloween, pode ter vindo de uma tentativa da Igreja Católica em extinguir a festa pagã do Samhain, com algumas restrições feitas por ela na véspera do “Dia de Todos os Santos”. O dia em questão seria conhecido por povos da língua inglesa como “All Hallows’Eve” (Vigília de Todos os Santos).
Todos os anos o “Dia de Todos os Santos” é comemorado em 01 de novembro, e tem o intuito de honrar os mártires, santos e outros cristãos heroicos que são celebrados em outras datas. Em terras portuguesas, o feriado ocorre no primeiro dia de novembro, quando antecipa a data de Finados.
E por falar em Halloween... Curtam agora um clássico da música pop, sem o qual o Halloween nunca seria o mesmo:
por Júlio César

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